Imersão e tecnologias modernas: como criar experiências inesquecíveis em feiras em 2026


O ano de 2026 promete ser um período de verdadeira transformação para a indústria de exposições — não apenas em termos de tecnologia, mas também na forma como os estandes são projetados. Onde, até pouco tempo atrás, dominavam estandes estáticos com gráficos simples e banners clássicos, agora surgem cada vez mais soluções que envolvem os visitantes em experiências interativas que realmente ficam na memória. A questão é: como se destacar entre tantas luzes?
Tudo gira em torno de três temas-chave: luz, modularidade e espaço, que juntos criam uma experiência mais imersiva e envolvente. Graças às novas tecnologias — como iluminação dinâmica, telas sensíveis ao toque e sistemas flexíveis —, os estandes de feiras se tornam lugares que atraem os visitantes e permitem uma interação mais profunda com a marca. Isso não é mais apenas uma questão estética, mas de como os visitantes se sentem naquele espaço, como interagem com os expositores e como lembram da marca após o evento.
Como o papel da luz muda – de sinal para narrativa
No design de estandes de feiras, a luz tem, nos últimos anos, saído gradualmente de sua função utilitária, e na verdade, desde o início, sua intenção era atrair olhares. Painéis iluminados e elementos LED começaram a aparecer principalmente nos estandes das maiores marcas e em projetos premium. Após 2026, podemos afirmar que essa fase já está bem atrás de nós — a luz começa a ser um padrão de mercado, sem o qual é difícil competir eficazmente pela atenção dos visitantes. Em um espaço onde as exposições iluminadas já se tornaram a norma, surge um novo desafio: como se destacar entre tantas luzes?
A resposta não está na quantidade ou intensidade, mas no caráter e na qualidade da luz. Em vez de fontes pontuais e técnicas de LED, ganha importância a luz mais suave, difusa e uniforme, que cria uma atmosfera no espaço inteiro, em vez de destacar apenas elementos isolados. Esse tipo de iluminação não compete agressivamente com os estandes vizinhos, mas cria uma qualidade de percepção distinta — mais tranquila, favorecendo a pausa e o mergulho no estande.


Isso significa que fontes de luz pontuais são ruins?
Não, mas é necessário usá-las com bom gosto e classe! Nesse contexto, as soluções que utilizam luz RGB, como Lumina RGB ou Lumina Stick, se encaixam perfeitamente, pois, em 2026, elas exercerão a função de atrair olhares de longe e se tornarão ferramentas de construção de clima e mudança de contexto do espaço.
A possibilidade de modular suavemente a cor da luz — aquecendo ou esfriando de acordo com a natureza do evento, hora do dia ou mensagem — permite que uma única estrutura conte várias histórias sem alterar sua forma física. Isso é particularmente importante em estandes modulares, que funcionam em diversas configurações e eventos ao longo do ano. A Lumina também pode criar um caminho específico que orienta o movimento dos visitantes.
A iluminação deixa de ser um adereço da construção e passa a ser uma ferramenta de narrativa espacial. Gráficos iluminados, painéis e elementos que emitem luz em superfícies maiores guiam os olhos dos visitantes, organizam as mensagens e ajudam a construir uma sensação de profundidade. Em vez de um único destaque dominante, surge uma narrativa luminosa que começa a "trabalhar" pela atenção do público antes mesmo de se aproximarem — até em condições difíceis de iluminação nas feiras.

Modularidade como padrão de adaptação
Estandes tradicionais, feitos sob medida para um evento e frequentemente difíceis de montar novamente, estão cedendo espaço a sistemas modulares, que podem ser reconfigurados conforme as necessidades. Essa tendência surge de diversas necessidades dos expositores modernos: o desejo de usar o espaço de forma econômica, as limitações logísticas e o crescente número de eventos ao longo do ano.
Sistemas modulares permitem que os expositores criem diferentes layouts a partir da mesma estrutura — desde estandes pequenos de 3x3 m até soluções lineares e grandes espaços com um ponto focal ou áreas convidativas para interação. Dessa forma, um único investimento pode atender a diversos eventos de diferentes escalas, o que significa custos mais baixos no longo prazo e maior flexibilidade para responder a diversas necessidades do setor.
Projeto de espaço – storytelling e experiência do participante
Nos últimos anos, o estande de feira muitas vezes era apenas um conjunto de elementos — balcão, painel, tenda e mesas. Hoje, no entanto, esse espaço precisa contar uma história. A arquitetura dos estandes tem dado cada vez mais ênfase à fluidez e à condução natural dos visitantes, assim como acontece com um bem planejado design de UX em ambientes digitais.
Layouts espaciais que incluem áreas de entrada, conversas, apresentações e descanso influenciam o tempo que o visitante passa no estande, como ele se envolve nas conversas e que emoções leva consigo ao deixar o local. O design do espaço, portanto, começa a se assemelhar ao processo de criação de uma experiência (experience design), e não apenas a uma composição estética de elementos.

Integração de tendências: luz, módulos e experiência na prática
A chave para uma apresentação eficaz em feiras em 2026 é integrar as três tendências em uma única visão coerente. A iluminação pensada destaca os pontos de contato entre os módulos, os módulos se adaptam às dimensões do espaço, e o layout guia os visitantes através das diferentes etapas da narrativa da marca — do primeiro contato, passando pela apresentação de produtos, até a área de conversas e interações.
Um elemento adicional que aumenta significativamente a imersão da experiência são as telas sensíveis ao toque, como o adVideo Wall, que permitem aos visitantes interagir com o conteúdo do estande de uma maneira envolvente e personalizada. Vídeos, animações e conteúdos dinâmicos nas telas grandes tornam-se ferramentas que não só atraem atenção, mas também permitem uma integração mais profunda dos visitantes com a marca. Com essa tecnologia, os participantes podem explorar conteúdos de forma interativa, o que facilita a memorização da oferta e o engajamento nas conversas com os representantes da empresa.
Na prática, isso pode acontecer da seguinte forma: a entrada do estande é destacada por um logotipo iluminado e um painel de LED, que sinaliza a presença da marca; as paredes modulares formam uma moldura em torno das áreas temáticas, que os visitantes exploram como "capítulos" da história; e a zona central de conversas é equipada com iluminação sutil e materiais naturais, criando uma atmosfera de conforto e confiança. As telas sensíveis ao toque adicionam uma camada de interação — podem exibir informações sobre produtos, permitir a visualização de catálogos virtuais ou oferecer opções de personalização da comunicação conforme as necessidades individuais dos visitantes.

O que esses tendências significam para os expositores?
Em vez de tratar o estande de feira como um conjunto de elementos isolados, a abordagem em 2026 exige vê-lo como uma narrativa contínua e uma experiência. A luz dá o sinal que atrai a atenção. Os sistemas modulares oferecem flexibilidade, permitindo atuar em diversos eventos sem custos excessivos. O layout do espaço foca nas emoções e no processo do visitante, o que resulta em interações mais longas e maior engajamento do público.
Isso não é apenas uma questão de estética — é uma estratégia que constrói relações, aumenta a memorização da marca e influencia como os participantes percebem a oferta do expositor. E em um mundo onde a atenção é conquistada em frações de segundo, essas experiências são o que definem o sucesso de um estande de feira e além.
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